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Campanha Dia do Fonoaudiólogo 2017

09 de dezembro - Dia do Fonoaudiólogo   


Ser Fono é, cuidar da comunicação em todas as etapas da vida. O fonoaudiólogo atua nos cuidados com os bebês, crianças, jovens, adultos e pessoas idosas em diversos locais: escolas,hospitais, consultórios, clínicas e no SUS. Seus conhecimentos nas áreas da linguagem oral e escrita, fluência, motricidade orofacial, disfagia, voz e audição são importantes para a promoção da saúde e qualidade de vida.

Para acessar o material campanha, basta clicar em CARTAZ ou FOLDER

Fonte: Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa

Nota Pública: Contra a Graduação a Distância na Área da Saúde

Nota Pública: Contra a Graduação a Distância na Área da Saúde

Formação com Qualidade na Área da Saúde somente na Modalidade Presencial! 


A Constituição Federal (CF) de 1988 determina, em seu Art. 196, que “a Saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

Para isso, é fundamental que a formação dos(as) trabalhadores(as) da área da saúde ocorra na modalidade presencial, pois ela apresenta uma singularidade que inviabiliza a oferta dos cursos de graduação na modalidade de Educação a Distância (EaD): a formação em saúde não pode ocorrer de forma dissociada do trabalho em saúde, ou seja, é imprescindível a integração entre o ensino, os serviços de saúde e a comunidade.

Além disso, a modalidade EaD desconsidera que a educação na saúde requer interação constante entre os(as) trabalhadores(as) da área, estudantes e usuários(as) dos serviços de saúde, para assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a humanização do atendimento prestado aos indivíduos, famílias e comunidades. Deste modo, os(as) estudantes precisam ser inseridos(as) nos cenários de práticas do Sistema Único de Saúde (SUS) e outros equipamentos sociais desde o início da formação, integrando teoria e prática, o que lhes garantirá compromissos com a realidade de saúde do seu país e sua região.

A formação na área da saúde não se limita a oferecer conteúdos teóricos. Para além dos conhecimentos requeridos para a atuação profissional, ela exige o desenvolvimento de habilidades e atitudes que não podem ser obtidas por meio da modalidade EaD, sem o contato direto com o ser humano, visto tratar-se de componentes da formação que se adquirem nas práticas inter-relacionais. A aprendizagem significativa, que se realiza nos encontros e no compartilhamento de experiências, pressupõe convivência, diálogo e acesso a práticas colaborativas, essencialmente presenciais.

Importante observar que a maioria dos cursos de graduação presenciais da área não preenche o número de vagas ofertadas, o que demonstra não apenas a impropriedade, como também a desnecessidade social da EaD na saúde. Portanto, para estes cursos, não se deve utilizar a modalidade a distância com a justificativa de atingir metas estipuladas de ampliação do acesso à educação superior, sendo necessário um debate aprofundado sobre políticas públicas de ensino, a fim de quesejam consideradas as necessidades sociais para todos os cursos de graduação. Ressalte-se que não nos referimos aqui às oportunas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em cursos superiores na modalidade presencial, que, devidamente utilizadas, promovem e qualificam os processos pedagógicos.

Neste sentido, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), por meio da Resolução nº 515/2016, posicionou-se contrariamente à autorização de todo e qualquer curso de graduação em saúde ministrado na modalidade EaD, pelos prejuízos que tais cursos podem oferecer à qualidade da formação de seus profissionais, bem como pelos riscos que estes(as) trabalhadores(as) possam causar à sociedade, imediato, a médio e a longo prazos, refletindo uma formação inadequada e sem a necessária integração ensino-serviço-comunidade.

Entretanto, ocorre hoje no país um crescimento exponencial e desordenado da graduação a distância na área da saúde, e os diagnósticos situacionais revelam um quadro incompatível para o adequado exercício profissional. O Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017, permite o credenciamento de Instituições de Educação Superior exclusivamente para oferta de cursos de graduação na modalidade a distância, sem prever um tratamento diferenciado para a área da saúde.

Assim, objetivando a garantia da segurança e resolubilidade na prestação dos serviços de saúde à população brasileira, esta Nota Pública reafirma que a formação dos(as) trabalhadores(as) da área da saúde deve ocorrer por meio de cursos presenciais.

Somos contrários à autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação da área da saúde ministrados na modalidade a distância!

A saúde pública merece respeito!

A graduação em saúde a distância coloca em risco a segurança da população!

A Voz do CREFONO 5 - Revista Comunicar

Pode parecer notícia antiga, mas não é. Depois de muitos anos de espera a primeira sede da Apae foi inaugurada em Boa Vista, capital de Roraima. Foram 63 anos de espera desde que a primeira experiência aconteceu no Brasil. Leia mais na editoria A Voz do Crefono 5  da Revista Comunicar, edição 74, CLICANDO AQUI

Conciliação - 2017

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CRFa 5R protocola documento para desmembramento do CRFa 5R e formação do CRFa 9R

A Presidente do Conselho Regional de Fonoaudiologia da 5° (CRFa 5R), Conselheira Christiane Tanigute, protocolou oficialmente, na manhã do dia 20.10.17, o relatório com estudos e exposição de motivos para desmembramento do CRFa 5R e formação do CRFa 9R, na Sessão Plenária Ordinária do Conselho Federal de Fonoaudiologia. De acordo com a proposta passarão a ficar sob jurisdição do CRFa 5R os Estados de Goiás, Tocantins e o Distrito Federal. E comporão o CRFa 9R os Estados de Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Pará. O documento seguirá os trâmites legais e institucionais de análise e apreciação do CFFa.