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QUER SOLICITAR SEU TÍTULO DE ESPECIALISTA?

Com o intuito de valorizar o conhecimento específico do profissional, o Conselho Federal de Fonoaudiologia, através da Resolução CFFa nº454/2014, estabelece novos critérios para concessão do título de especialista.

A presidente da Comissão de Análise de Título de Especialistas e Cursos de Especialização (Catece), Maria Cecilia de Moura, destaca as mudanças mais pontuais. “Não temos mais prova de títulos, o fonoaudiólogo que quiser requerer o título tem outras alternativas a partir de agora”, explica.

As normas para obtenção e renovação do título de especialista estão regulamentadas na Resolução CFFa n. 454, de 17 de setembro de 2014, em especial nos anexos I  e II. A resolução está disponível no site do CFFa, menu ‘Legislação > Resoluções’, que pode ser acessado nesse link.

Para obtenção ou renovação do Titulo de Especialista, além da cópia autenticada de documentos comprobatórios, o fonoaudiólogo deve enviar também:

  • Requerimento devidamente preenchido, sem rasuras, datado e assinado;
  • Cópia autenticada do diploma de Graduação em Fonoaudiologia;
  • Cópia autenticada da Carteira de Identidade e do CPF;
  • Cópia de comprovante de endereço;
  • Declaração de regularidade do seu Conselho Regional de Fonoaudiologia;
  • Carteira profissional do Fonoaudiólogo, azul de capa dura.
  • Cópia autenticada da cédula de identidade profissional

 Novas especialidades

Paralelamente à publicação das novas formas de concessão do Título de Especialista, o CFFa aprovou durante a 138ª Sessão Plenária Ordinária, que aconteceu de 25 a 27 de setembro, 4 novas especialidades em Fonoaudiologia, são elas: Fonoaudiologia do Trabalho; Gerontologia; Neuropsicologia e Fonoaudiologia Neurofuncional.

A decisão pela criação das novas especialidades, vem oficializar o trabalho que muitos profissionais já realizam. Maria Cecilia complementa que o reconhecimento das novas especialidades pelo CFFa fortalecem a atuação do fonoaudiólogo. “A demanda surgiu da própria classe e agora vai formalizar o mercado de trabalho e,consequentemente, a fonoaudiologia”, considera.

A Resolução que cria as novas especialidades é a Res. CFFa nº 453/2014, e foi publicada no Diário Oficial da União em 07/10/2014.

Mais informações com Ivanir Ap. Franco Lobato Araujo, através do email ivanir.secretaria@fonoaudiologia.org.br ou  pelo fone (61) 33215081.

Atualização cadastral

O Conselho Federal de Fonoaudiologia está atualizando os dados de todos os fonoaudiólogos especialistas. Para isso é preciso enviar a atualização dos dados, conforme documento disponível nesse link para o email: ivanir.secretaria@fonoaudiologia.org.br

Fonte:  CFFa

 

 

CFFA CONVOCA ELEIÇÕES PARA TRIÊNIO 2016/2019

A Presidente do Conselho Federal de Fonoaudiologia, no uso de suas atribuições legais de acordo com o Regulamento Eleitoral, aprovado através da Resolução nº 450 de 26 de setembro de 2014, CONVOCA os profissionais fonoaudiólogos, registrados nos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia, para a Eleição do 12º Colegiado do Conselho Federal de Fonoaudiologia, para o mandato no período de 21/04/2016 a 21/04/2019, a realizar-se no dia 8 de abril de 2016, por Colégio Eleitoral integrado de um representante de cada Conselho Regional de Fonoaudiologia.

 COMPOSIÇÃO DAS CHAPAS: A(s) chapa(s) para composição do 12º Colegiado do CFFa, para o mandato de 21/04/2016 a 21/04/2019, obedecerá(ao) a seguinte composição, sob pena de indeferimento de registro pelo Colégio Eleitoral:

 10 (dez) membros efetivos e respectivos suplentes, sendo que o Colegiado deverá ter 2 (dois) membros efetivos e 2 (dois) membros suplentes representantes do CRFa. 1ª Região; 2 (dois) membros efetivos e 2 (dois) membros suplentes representantes do CRFa. 2ª Região; 1 (um) membro efetivo e 1 (um) membro suplente representantes do CRFa. 3ª Região; 1 (um) membro efetivo e 1 (um) membro suplente representantes  do CRFa. 4ª Região; 1 (um) membro efetivo e 1 (um) membro suplente representantes do CRFa. 5ª Região; 1 (um) membro efetivo e 1 (um) membro suplente representantes do CRFa. 6ª Região, 1 (um) membro efetivo e 1 (um) membro suplente representantes do CRFa. 7ª Região; 1 (um) membro efetivo e 1 (um) membro suplente representantes do CRFa. 8ª Região.

 INSCRIÇÃO DAS CHAPAS: até as 18h do dia 10 de março de 2016, na secretaria do CFFa em Brasília-DF.

EXAME DA DOCUMENTAÇÃO: dia 7 de abril de 2016 das 11h às 18h, o Colégio Eleitoral se reunirá, na sede do Conselho Federal de Fonoaudiologia, sito ao SRTVS Q. 701 Bloco E – Palácio do Rádio II – Sala 627 – Brasília-DF, para exame, discussão, aprovação e registro das chapas concorrentes.

 RECURSOS: dia 8 de abril de 2016 das 8h às 10h na sede do CFFa.

 DEFESA DOS RECURSOS: deverá ser ofertada oralmente ou por escrito no 8/04/2016 das 10h às 12h na sede do CFFa, devendo o Colégio Eleitoral decidir a questão imediatamente.

 ELEIÇÕES: dia 8 de abril de 2016, às 14h.

 POSSE: 21/04/2016 às 10h.

 

O Regimento Eleitoral está à disposição dos interessados na sede do Conselho Federal de Fonoaudiologia e no sítiowww.fonoaudiologia.org.br, link “legislação”, Resolução CFFa n. 450/2014.

Brasília-DF, 4 de janeiro de 2016

Bianca Arruda Manchester de Queiroga

Presidente

DEBATE ONLINE SOBRE O MERCADO DE TRABALHO EM FONOAUDIOLOGIA

 O Diálogo online acontece de 25 a 29 de janeiro e é organizado pela Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM) da Universidade Federal de Minas Gerais em parceria com o Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde (DEGERTS/SGTES/MS). A inscrição é gratuita aos interessados através do link:http://epsm.nescon.medicina.ufmg.br/dialogo09/

Representam o CFFa nos debates as conselheiras Graziela Zanoni, Bianca Queiroga, Denise Torreão e Solange Pazini. As discussões serão estruturadas em três grandes eixos: (1) Fluxos da formação profissional do Fonoaudiólogo e o Perfil da Força de Trabalho em Fonoaudiologia; (2) Dinâmica do Mercado de trabalho em Fonoaudiologia: empregos e salários; (3) Papel e perspectivas de atuação profissional do Fonoaudiólogo no SUS.

Por meio dessa plataforma virtual, pretende-se promover debates e gerar reflexões sobre o mercado de trabalho e perspectivas de atuação do profissional de fonoaudiologia no SUS. Estarão envolvidos nas discussões fonoaudiólogos, entidades profissionais, autoridades governamentais, pesquisadores e especialistas no tema.

O Diálogo Online é um fórum de discussões na internet, viabilizado por uma plataforma virtual de fácil acesso e utilização, podendo ser acessado de qualquer computador, tablet e smartphone. Você não precisará permanecer conectado o tempo todo e nem por períodos muito longos, e a qualquer hora do dia ou da noite que acessar a página do Diálogo Online, você poderá colocar suas opiniões e/ou acompanhar a troca de opiniões dos demais participantes. Haverá moderadores para mediar os debates, além do apoio de especialistas sobre o tema. Os participantes terão acesso a textos e artigos para subsidiar os debates e uma síntese do tema debatido naquele dia. A participação é gratuita e, ao término do Diálogo, os participantes receberão um certificado de participação.

O site encontra-se em fase de desenvolvimento e em breve os nomes dos especialistas e a Biblioteca Virtual serão disponibilizados na plataforma.

A Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM) do NESCON/FM/UFMG e o Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde (DEGERTS/SGTES/MS) agradecem o empenho de todos em participar deste debate e desejam um ótimo Diálogo!

Fonte: Organização do evento

SAÚDE DIVULGA DIRETRIZ NACIONAL PARA ESTIMULAÇÃO PRECOCE DE BEBÊS COM MICROCEFALIA

O Ministério da Saúde disponibiliza a todos os profissionais e gestores do país, as Diretrizes de Estimulação Precoce: Crianças de 0 a 3 anos com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor decorrente de microcefalia. O documento foi desenvolvido em razão do cenário de urgência dado pelo aumento de casos de microcefalia em todo o país em decorrência de infecção pelo vírus Zika. São orientações aos profissionais das equipes da Atenção Básica e Atenção Especializada para a estimulação precoce. O conteúdo é direcionado às crianças com microcefalia, podendo se aplicar ainda a outras condições ou agravos de saúde que interfiram no desenvolvimento neuropsicomotor nesta fase.

Confira aqui a íntegra das Diretrizes para Estimulação Precoce

É a primeira vez que o Ministério da Saúde reúne em um único documento todas as diretrizes para estimulação precoce de crianças com atraso no seu desenvolvimento. “As Diretrizes unificam o conhecimento e a conduta de atenção às crianças com microcefalia, para promover a estimulação no menor tempo possível, entre zero e três anos, que é a janela de oportunidade para a redução do nível de comprometimento causado pela malformação”, disse o secretário de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame.

Elaboradas com apoio de pesquisadores, especialistas e profissionais de diversas instituições do país com experiência e conhecimento sobre estimulação precoce, as Diretrizes complementam o Protocolo de Atenção à Saúde e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo vírus Zika. Lançado em 14 de dezembro, o Protocolo orienta o atendimento desde o pré-natal até o desenvolvimento da criança com microcefalia, em todo o País.

As Diretrizes abordam aspectos relacionados ao desenvolvimento neuropsicomotor da criança, como a avaliação do desenvolvimento auditivo, visual, motor, cognitivo e da linguagem, a estimulação precoce, o uso de tecnologia assistiva (bengalas e cadeiras de rodas), além de outros aspectos, como a importância do brincar e a participação da família na estimulação precoce.

O material auxiliará o profissional de saúde na elaboração de um programa de estimulação precoce que possibilite um melhor desenvolvimento da criança com microcefalia, em especial até os três anos, período de maior resposta aos estímulos. Por exemplo, em uma criança com deficiência visual é possível fazer a estimulação a partir do uso de objetos luminosos em local escuro e também coloca-la para rolar a partir do seguimento visual do objeto.

Na Atenção Básica, o material é direcionado às Unidades Básicas de Saúde, Saúde da Família e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs). Na Atenção Especializada, o público-alvo é a Atenção Domiciliar, Hospitalar, Ambulatórios de Especialidades e de Seguimento do Recém-Nascido, e Centros Especializados em Reabilitação.

CAPACITAÇÃO – O Ministério da Saúde prepara o lançamento de um curso à distância para capacitar profissionais de saúde que vão atuar na estimulação precoce. O curso será ofertado a fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, médicos, entre outros profissionais que trabalham com estimulação precoce e que atuam nos diversos serviços da Rede SUS (Atenção Básica e Especializada), como os ligados aos NASF e os Centros Especializados em Reabilitação, que serão certificados após a conclusão do curso.

A meta do Ministério é que 7.525 profissionais, pelo menos, participem desta capacitação. O curso será desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. As matrículas devem começar em março.

REDE DE REABILITAÇÃO - O SUS conta, atualmente, com 1.543 serviços de reabilitação em todo o país que atuam em diferentes modalidades, física, auditiva, visual e intelectual.

Dentro do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, lançado no final de 2015 e que prevê maior agilidade na estruturação dessas unidades, já foram habilitados 12 centros de reabilitação. Outros 11 se encontram em fase de conclusão das obras, com previsão de término no primeiro semestre de 2016, cujo investimento na construção e compra de equipamento somam R$ 43,4 milhões. Mais R$ 25,2 milhões anuais serão destinados para o custeio destas unidades. Outros 65 serviços de reabilitação serão habilitados em Centros Especializados em Reabilitação, ampliando assim a capacidade de atendimento da rede e passarão a receber adicional de R$ 109,2 milhões por ano.

A partir do Plano Viver sem Limite, lançado em 2011 pelo Governo Federal, e da Instituição da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, em 2012, o Ministério da Saúde tem investido na ampliação da oferta desses serviços. Foram habilitados 136 Centros Especializados em Reabilitação (CER) em todo país. As novas unidades representam impacto de R$ 287,7 milhões por ano para o custeio do atendimento em reabilitação.

No total, o investimento do Ministério da Saúde para custear o atendimento em reabilitação é na ordem de R$  650,6 milhões por ano, além dos valores destinados a obras e equipamentos. Esses recursos também podem ser complementados pelos governos estaduais e municipais.

O secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, assinou nesta semana, duas portarias aprovando o repasse de recursos Federais no valor de R$ 19,8 milhões destinados à aquisição de equipamentos para 13 CERs e duas Oficinas Ortopédicas.

Fonte: Agência Saúde

CREFONO5 PARTICIPA DO LANÇAMENTO DO FÓRUM DOS CONSELHOS REGIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE

Aconteceu no último dia  7 de dezembro no auditório do CREMEGO o lançamento do Fórum dos conselhos regionais da área de saúde de Goiás. Participaram além do CREFONO5 os conselhos regionais de nutrição, psicologia, biomedicina, medicina, educação física, biologia, odontologia, Enfermagem e Farmácia. Todos juntos em prol de melhorias na saúde do estado de Goiás.